Professores e funcionários acampam em frente ao Palácio Piratini

Há quatro semanas, educadores(as) da rede estadual do RS mantém um acampamento na Praça da Matriz para ”lembrar Eduardo Leite que valorizar a educação não pode ser uma promessa vazia de campanha”.

Segundo a direção do CPERS, o Acampamento da Resistência cresce em força e tamanho,na expectativa do envio dos projetos que segundo o sindicato ”retiram direitos, confiscam dinheiro de aposentados(as) e aprofundam a miséria de quem trabalha o chão da escola”.

A quarta-feira (6) foi de reflexão e debate. Durante todo o dia aconteceram atividades, como depoimentos inspiradores sobe suas perspectivas frente aos desafios do período. Outra atividade foi de pressão e diálogo na Assembleia Legislativa. 

Por lá passam diariamente políticos, autoridades e pessoas que levam o apoio ao movimento. A categoria mantém o indicativo de greve, a ser deflagrada 72 horas após o envio dos projetos ”desumanos” do governador.

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