Baixo nível do reservatório foi pauta de reunião com comitiva rondaltense

Na manhã desta sexta-feira, 10 de maio, quatro vereadores do município de Ronda Alta – Juraci Machado (PT), SIlvanio Roque Lucca (PT), Antão Pavosk (PDT) e José Fontana (PP) – acompanhados da secretária de Cultura e Turismo, Maria Cáus, foram recebidos na sede da Usina Hidrelétrica Passo Fundo (UHPF) por engenheiros e técnicos ambientais da ENGIE Brasil Energia. O encontro, que durou duas horas, foi motivado pelo questionamento do vereador Silvanio sobre o baixo nível do reservatório. O gerente regional Diego Collet explicou que isto se deve à escassez de chuva dos últimos meses e que a definição sobre a geração de energia não cabe à ENGIE, e sim ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

A equipe da ENGIE explicou aos visitantes como funciona a hidrelétrica, apresentou o formato do sistema de gestão do Setor Elétrico Brasileiro e mostrou como está o atual nível dos reservatórios do país. “Estamos abertos ao diálogo e à troca de ideias, pois isso faz parte do nosso relacionamento com as comunidades”, disse Collet. Segundo ele, este é um dos períodos mais críticos dos últimos 20 anos em relação ao volume de chuva, mas não deve ser tão severo quanto em 2012: “Estamos entrando num período úmido na região e esperamos uma boa quantidade de água para breve”. 

Os visitantes relataram que o problema afeta especialmente o condomínio Passo da Entrada, área de Camping e lazer em Ronda Alta. O gerente da UHPF, Ederson Maia, informou que o nível do reservatório pode baixar até mais sete metros, que ainda fica dentro das condições normais de operação. Hoje a Usina opera com cota 591,43 metros e seu nível mínimo operativo é 584 metros. “Um reservatório cheio é positivo tanto para a usina como para o município, que também ganha com a geração de energia”, esclareceu. “Nos últimos dez anos a Prefeitura de Ronda Alta, por exemplo, recebeu R$ 6 milhões em Compensação Financeira Pela Utilização De Recursos Hídricos”.

Sobre a ENGIE

A ENGIE é a maior produtora privada de energia elétrica do Brasil, com capacidade instalada própria de 9.866 MW em 60 usinas, o que representa cerca de 6% da capacidade do país. O Grupo possui 90% de sua capacidade instalada no país proveniente de fontes limpas, renováveis e com baixas emissões de gases de efeito estufa.

A ENGIE também atua na comercialização de energia no mercado livre e está entre as maiores empresas em geração fotovoltaica distribuída. A empresa possui ainda um portfólio completo em soluções integradas responsáveis em reduzir custos e melhorar infraestruturas para empresas e cidades, como eficiência energética, monitoramento e gerenciamento de energia, gestão de contratos de fornecimento de eletricidade, iluminação pública, sistemas de HVAC, telecomunicação, segurança e mobilidade urbana.Contando com 2.300 colaboradores, a ENGIE teve no país em 2018 um faturamento de R$ 9.3 bilhões.

O Grupo é uma referência global em energia e serviços de baixo carbono. Para fazer frente às mudanças climáticas, a nossa ambição é nos tornarmos líderes globais da transição para uma economia de baixo carbono para nossos clientes, em particular empresas e autoridades locais. Nós nos apoiamos em nossas atividades chave (energia renovável, gás, serviços) para oferecer soluções competitivas turnkey “as a service”.  Com os nossos 160.000 colaboradores, nossos clientes, parceiros e stakeholders, nós somos uma comunidade de Construtores Imaginativos, comprometidos a cada dia com um progresso harmonioso.

Receita em 2018: 60,6 bilhões de euros. O Grupo está cotado nas bolsas de Paris e Bruxelas (ENGI) e é representado nos principais índices financeiros (CAC 40, DJ Euro Stoxx 50, Euronext 100, FTSE Eurotop 100, MSCI Europe) e índices não-financeiros (DJSI World, DJSI Europe e Euronext Vigeo Eiris – World 120, Eurozone 120, Europe 120, France 20, CAC 40 Governance).

Fonte: Engie

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