Por que investir em Rádio?

Por muito tempo o rádio foi considerado o principal meio de informação na vida dos brasileiros. Muitas pessoas diziam que o rádio seria extinto após o surgimento da televisão. Afinal, a TV era considerada um rádio que, além de som, transmitia imagens também. Algumas décadas se passaram após o surgimento da televisão e o rádio não foi extinto.

Ao contrário, as estações de rádio pelo Brasil mantiveram-se firmes e fortes. E mesmo após a massificação da internet o rádio vem conseguindo adaptar-se ao novo contexto tecnológico e na maneira de passar informação.

O rádio é um veículo que atinge o consumidor em diversas ocasiões: começando o dia com o rádio-relógio, no ônibus e no carro a caminho do trabalho, no trabalho através de rádios ou via web, no restaurante na hora do almoço, na lanchonete à tarde, na corrida ou caminhada, nas lojas do comércio, no happy hour.

Segundo a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), o rádio está presente em 88,1% dos domicílios do país. Além disso, o país tem aproximadamente 9,4 mil emissoras de rádio em funcionamento.

Então, porque não investir nesse nicho?

Carol Chab, radialista apresentadora do programa Manhã da Mais na Rádio Mais AM 1120, de São José dos Pinhais, entende que o rádio é um meio de comunicação extremamente importante, e que empresas que deixam de investir nele na hora de divulgação podem sair perdendo. “É claro que antes é preciso estudar o público e o produto/serviço a ser vendido, mas vejo muitas pessoas que desdenham do poder que o rádio tem quando se trata de propagandas – e as empresas que sabem como explorar esse meio de comunicação saem na frente. Muitos hoje focam-se apenas na internet, esquecendo que os meios de comunicação tradicionais ainda desempenham papel importante para divulgar com maior credibilidade as informações”, opina Carol.

Segundo a radialista, as propagandas no rádio trazem vantagens que podem ser muito bem aproveitadas, como o custo-benefício – afinal, as propagandas feitas para esse meio de comunicação geralmente são mais baratas do que as feitas para a televisão ou jornal impresso, por exemplo, – assim como a maior acessibilidade e o direcionamento. Carol explica:
“As emissoras de rádio possuem um público extremamente específico – desde aquelas que se focam em esportes, outras para adolescentes, outras para políticos, para religiosos, pessoas altamente educadas, etc. Sabendo disso, é possível tirar proveito desse posicionamento, explorando aquela emissora que possui o mesmo público alvo do seu produto/serviço. Investindo nessa área você tem uma chance muito maior de atingir com sucesso o seu público”, explica.
Além disso, o rádio é um meio de comunicação que atinge pessoas quando elas estão limpando a casa, dirigindo, ou fazendo alguma outra atividade. “Essa é uma grande diferença entre o rádio e a TV: na televisão é preciso que as pessoas estejam sentadas à sua frente, ou seja, prestando atenção somente nisso, enquanto no rádio você escuta os anúncios enquanto faz uma série de outras atividades”, diz Carol.
Sabendo dessas vantagens, assim como assumindo o seu amor pelo rádio, Carol acredita que esse meio de comunicação está longe de acabar – muito pelo contrário: ele está se atualizando e fazendo uso de novas plataformas para que continue na casa de milhões de pessoas, informando-as e entretendo-as.
Fonte: Solaris Comunicação e AESP

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