Sarandi desenvolve projeto de Capacitação para Mulheres Rurais

Com o objetivo de melhorar a qualidade e a diversidade da alimentação das famílias rurais, bem como aprimorar o processo de fabricação de queijos e derivados do leite, possibilitando a criação de novas fontes de renda, o Escritório Municipal da Emater/RS-Ascar, de Sarandi, desenvolveu o primeiro curso do Projeto de Capacitações de Mulheres Rurais 2017.

Na cozinha didática será realizado, entre os meses de setembro e dezembro, o curso de derivados do leite. O projeto foi montado e desenvolvido com todos os clubes de Mães do município. Ao todo, serão capacitadas 150 agricultoras no projeto desenvolvido pela Emater/RS-Ascar, Cresol e Prefeitura.

A primeira etapa da capacitação aconteceu na semana passada com a participação de 16 agricultoras, que foram orientadas quanto à melhoria na qualidade e diversificação da alimentação. O primeiro curso foi ministrado pela extensionista social da Emater/RS-Ascar de Rondinha, Ana Paula Vargas.

Os temas abordados na capacitação foram elencados pelas próprias agricultoras, conforme suas áreas de interesse. Através da demonstração de métodos de preparo de pratos e receitas à base do leite, como queijo colonial, leite condensado, requeijão, doce de leite, quindão, ambrosia, strogonoff, maionese de leite, iogurte, cuca romeu e julieta, entre outras.

Até o final do ano, serão dez cursos promovidos, com assuntos diferentes, como derivados de leite, pratos à base de peixe, polpa e extrato de tomate, conservas de frutas e hortaliças, geleias, pratos à base de mandioca e batata doce, elaboração de tortas, bolos, além do artesanato com a recuperação de utensílios antigos e a confecção de pratos craquelados.

Em Sarandi, aproximadamente 180 propriedades rurais produzem leite para comercialização e outras 120 produzem apenas para o consumo na unidade familiar. De acordo com a equipe da Emater/RS-Ascar, a intenção dos cursos é ampliar a diversidade de receitas à base de leite, proporcionando melhorias na alimentação e na qualidade de vida das famílias. Além disso, a capacitação das agricultoras é um estímulo à agroindustrialização e a novas alternativas de geração de renda.

 




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