Rebaixamento deixa marca na carreira, lembra Anderson

Após o treino desta quarta-feira, o meia Anderson concedeu entrevista coletiva no CT do Parque Gigante e usou a sua experiência no Grêmio para ressaltar a importância de tirar o Inter da delicada situação que se encontra na tabela do Campeonato Brasileiro. Além de vencer o Cruzeiro, no próximo domingo, no Beira-Rio, e o Fluminense, fora, na última rodada, precisa torcer por resultados negativos do Vitória e do Sport.

“Todo jogador que está no Inter tem que estar ciente da situação. Não existe mais moleque no futebol. Todo mundo sabe o que é dificuldade ou um momento de glória de um clube. Todos precisam ter a consciência de que isso vai marcar a sua carreira. Se, com certeza, pensar positivo e permanecer na série A, todo jogador vai ficar marcado por não deixar o clube cair. Eu já passei por isso quando tinha 16 anos e é difícil”, afirmou Anderson.

Onze anos depois de chegar ao Grêmio, o meia foi guindado ao grupo profissional em 2004 e, mesmo se destacando, não conseguiu evitar o rebaixamento para a Série B. Anderson disputou seis jogos na temporada, mas tornou-se o heroi da Batalha dos Aflitos no ano seguinte. Por saber da realidade de cair de divisão, o jogador crê que as duas partidas restantes no Brasileiro são as mais importantes

“Esses jogos (últimos dois do Brasileiro) para mim são uns dos mais importantes da minha carreira como jogador, como pessoa, como moleque que veio da necessidade e com 15 anos começou a jogar profissional, mesmo tendo passado por clubes como Manchester, Porto e pelo Grêmio. Não só da minha carreira, mas da minha vida, da minha família e para me firmar, pois não vim aqui para ser mais um. Vim para somar e ajudar o clube. Eu vim para o Inter de graça. O Inter não foi lá e me comprou. Vim na confiança. Confio no meu grupo e no treinador. Vou fazer o possível pela vitória”, declarou o meia.

O Inter treina na quinta e sexta-feira, às 16h, e no sábado, às 9h30min. O jogo contra o Cruzeiro está marcado para domingo, às 17h, no estádio Beira-Rio.

Fonte: Correio do Povo




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